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Sindicato dos Bancários de S?o Carlos Página Inicial Institucional Diretoria Assédio moral Sindicalize-se! Contato Primeira rodada de negocia??o com o Banco do Brasil acontece no dia 23 de agosto 16, agosto, 2016 Reuni?o entre os representantes dos trabalhadores e o BB será em Brasília, na sede do banco Confirmada para a próxima semana, dia 23 de agosto (ter?a-feira), a primeira negocia??o da Campanha Nacional 2016 com o Banco do Brasil. A reuni?o será na sede do BB, em Brasília, no período da manh?. A minuta de reivindica??es específicas dos funcionários foi entregue no último dia 11, ao presidente do BB, Paulo Cafarelli, em S?o Paulo. A pauta contempla as propostas aprovadas no 27o Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, que aconteceu entre os dias 17 e 19 de junho, na capital paulista, e reuniu 323 delegados e delegadas (212 homens e 111 mulheres). Entrega da pauta de reivindica??es no dia 11 de agosto, em S?o Paulo Principais reivindica??es dos funcionários do BB Remunera??o e condi??es de trabalho Aumento real de real de salários, com mesmo índice aprovado por toda a categoria bancária (14,78%, sendo 5% de aumento real); Plano de Carreira e Remunera??o (PCR) com aumento nas promo??es por mérito e com inclus?o de escriturários; Piso para o PCR de um salário mínimo do Dieese (R$ R$3.940,24 em junho) e o interstício na tabela de antiguidade de 6%, com mérito maior e para todos; Fim das metas abusivas e do assédio moral; Respeito à jornada de trabalho e a inclus?o dos 15 minutos de descanso para as mulheres dentro da jornada; Saúde Pública e Suplementar/Cassi – Previdência Pública e Complementar/Previ Manuten??o do princípio de solidariedade na Cassi e a inclus?o de funcionários oriundos de bancos incorporados pelo BB para que sejam assistidos pela ESF; Servi?o de preven??o mais completo, com melhorias na eficiência do Exame Periódico de Saúde (EPS) do banco; Aumento do número de ausências permitidas a todos os funcionários e aos funcionários com deficiência (PCD); Instala??o de mesa de negocia??o com o banco sobre o Economus (Instituto de Seguridade Social da Nossa Caixa). Os funcionários reivindicam que os participantes sejam os únicos beneficiários e criticam a indica??o da diretoria feita apenas pelo BB, e antigamente pela Nossa Caixa; Banco do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional Resgate social do banco público, com ênfase na defesa das empresas públicas, além de sua importancia como fomentador de desenvolvimento; Regulamenta??o do artigo 192 da Constitui??o Federal que trata do Sistema Financeiro Nacional. Fonte: Contraf-CUT Representantes dos trabalhadores se reúnem com presidente do BB, Paulo Cafarelli para entrega da minuta específica 12, agosto, 2016 A Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), juntamente com as demais entidades de representa??o dos trabalhadores do Banco do Brasil (BB) de diversas partes do país, entregou na tarde desta quinta (11), a minuta específica de reivindica??es dos funcionários do banco. O documento foi recebido pelo presidente da institui??o, Paulo Cafarelli e pelo vice-presidente de Varejo e Gest?o de Pessoas, Paulo Ricci. Paulo Cafarelli, que se comprometeu a manter o respeito nas negocia??es e um canal de diálogo constante com os representantes dos trabalhadores, que por sua vez, ressaltaram a necessidade de aten??o especial para temas, como a defesa dos bancos públicos, por sua grande importancia social, desempenhando importante papel na concess?o de crédito à popula??o, entre outros aspectos; do da manuten??o do modelo de negocia??o, com mesa única e temas específicos concomitantes às reuni?es com a Fenaban, a expans?o das agências digitais e seus impactos, como a redu??o de postos de trabalho e as condi??es de trabalho nos locais onde os bancários desse segmento ir?o atuar; a sustentabilidade da Cassi, valoriza??o do piso, PCR (Plano de Carreira e Remunera??o) e interstícios, a situa??o do Economus e também no que diz respeito às reestrutura??es. Também, reajuste de 14,78%, fim do assédio moral e das metas abusivas e respeito à jornada de trabalho s?o algumas das principais reivindica??es dos trabalhadores do BB. “Entregamos a minuta pessoalmente ao presidente do Banco do Brasil e esperamos que resulte numa negocia??o positiva em favor dos trabalhadores do banco”, declarou o vice-presidente da FEEB-SP/MS, Jeferson Boava, que representou a entidade na mesa e também é membro da CEBB (Comiss?o de Empregados do Banco do Brasil). A minuta de reinvindica??es específica dos funcionários do Banco do Brasil foi aprovada no 27o CNFBB – Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado entre os dias 17 e 19 de junho deste ano e assim como as minutas entregues à Fenaban e à Caixa Econ?mica Federal na última ter?a-feira (09), s?o fruto de longo processo de constru??o que envolveu consulta aos bancários do país inteiro, incluindo a base da Federa??o e intenso debate sobre a conjuntura, a minuta anterior e as condi??es de trabalho dos bancários e bancárias do BB para definir as prioridades para a Campanha Nacional deste ano. fonte:FEEB SP Campanha Nacional 2016: primeira negocia??o com a Caixa será na próxima quarta-feira 12, agosto, 2016 Confirmada para a próxima quarta-feira (17) a primeira negocia??o da Campanha Nacional 2016 com a Caixa Econ?mica Federal. A reuni?o será em Brasília (DF), a partir das 10h. O Comando Nacional dos Bancários, assessorado pela Comiss?o Executiva dos Empregados (CEE), entregou a pauta de reivindica??es específica dos trabalhadores na ter?a-feira (9) à dire??o do banco. A minuta contém propostas aprovadas no 32o Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado em S?o Paulo, de 17 a 19 de junho. As reivindica??es s?o referentes às condi??es de trabalho, retomada das contra??es, Funcef, Saúde Caixa, entre outros pontos. Reuni?o preparatória Na ter?a-feira (16), os representantes das federa??es e sindicatos que integram a comiss?o dos empregados v?o debater e definir os pontos da pauta da primeira negocia??o com a Caixa. O encontro será na sede da Fenae, a partir das 15h. fonte:FEEB SP Conquista dos trabalhadores do Itaú: aprovada distribui??o de R$ 721 milh?es aos participantes do Plano Itaubanco CD 28, julho, 2016 O Conselho Deliberativo da Funda??o Itaú-Unibanco aprovou, nesta ter?a-feira (26), a distribui??o do percentual de 11,22% aos participantes do Plano Itaubanco CD, além das altera??es sobre a cria??o do fundo de administra??o e judicial. O valor a ser distribuído entre os participantes, que em mar?o somava R$ 695 milh?es, está sendo corrigido, e agora chega a R$ 721 milh?es. O processo de aprova??o segue para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), e t?o logo seja aprovado, os valores ser?o creditados nas contas dos participantes. O conselheiro deliberativo André Luís Rodrigues ressaltou que a distribui??o do excedente é uma grande vitória dos trabalhadores. “Esta é uma conquista dos bancários e também da negocia??o do movimento sindical e dos conselheiros eleitos para a Funda??o Itaú Unibanco com a dire??o do Itaú”, disse. O Plano Itaubanco CD, um dos vários planos de previdência complementar do Itaú, teve um excedente de R$ 1,418 bilh?o no fundo previdencial. Esse excedente foi gerado por acontecimentos como rentabilidade acima da infla??o e ganho de uma a??o judicial referente à imunidade tributária. Do total excedente, a Funda??o e os representantes dos sindicatos e conselheiros negociaram a cria??o de um fundo administrativo e de contingências judiciais, num total de R$ 259 milh?es. O saldo restante é de R$ 1.159 bilh?o. Desse montante, os trabalhadores conquistaram 60%, que será distribuído entre os 21.189 participantes do plano, sendo 10.421 ativos, 4.428 assistidos (aposentados) e 6.340 entre auto patrocinados (funcionários que saíram do banco, mas que continuaram contribuindo para o fundo) e BPD (Benefício Proporcional Diferido). Isso representará um acréscimo médio de 11% sobre o saldo total das contas individuais dos participantes. As contas individuais dos participantes desse plano s?o alimentadas mensalmente com recursos originários do fundo previdencial. Mais de 10 anos de luta Em 2008, o movimento sindical e os conselheiros eleitos iniciaram um processo negocial visando resolver as distor??es existentes nos diferentes planos Plano de Aposentadoria Complementar (PAC). A negocia??o foi concluída em 2010, quando foi feito o processo de migra??o e ades?o ao novo plano: Itaubanco CD. Na época as reservas foram proporcionalizadas e individualizadas para todos que fizeram a ades?o. Instituiu-se o direito à pens?o, inexistente nos planos PAC. Garantiu-se também a contribui??o de um valor extra por parte da patrocinadora nas contas individualizadas. Com isso, instituiu-se um benefício mínimo, o que n?o existia no PAC, visto que em muitos casos o benefício no PAC era zero. Mais de 20 mil trabalhadores fizeram a ades?o ao Itaubanco CD e com isso abriu-se a possibilidade de também fazerem contribui??es para esse novo plano, incrementando assim suas reservas individuais. Com a individualiza??o das reservas surgiu também a possibilidade do mecanismo de portabilidade, onde o participante, ao desligar-se da empresa, pode optar por levar suas reservas para outro fundo. Para o membro do Conselho Fiscal e representante da Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) na COE Itaú Unibanco Mauri Sérgio Martins, “Foram três anos de intensas negocia??es entre os representantes dos participantes, que resultará numa distribui??o de 11,22% e o crédito está previsto para ser realizado entre novembro e dezembro. Trata-se de uma importante conquista para os bancários que participam do plano PAC CD. Outras lutas vir?o”, avalia. Fonte: Contraf-CUT – FEEB/SP BB implementa nova regra de avalia??o dos gestores 27, julho, 2016 O Banco do Brasil implementou no último dia 20 (quarta-feira), novas regras de avalia??o de desempenho, válidas para os primeiros e segundos gestores, que podem possibilitar ascens?o ou descenso na carreira. O programa é “Radar do Gestor”. Como funcionará O programa avaliará esses profissionais de forma permanente e tem como objetivo definir aqueles que dever?o permanecer no cargo, ser promovidos e ainda, aqueles que ter?o descenso. Em sua primeira fase, o “Radar do Gestor” analisará a atua??o destes profissionais nos últimos dez semestres e terá entre suas premissas: a área negocial, a atua??o profissional, forma??o, qualidade dos negócios, dentre outras variáveis. A avalia??o ocorrerá a cada dois anos e n?o afetará quem acabou de ser comissionado, que terá um prazo maior para adapta??o. Os cargos ser?o ocupados pelos gerentes, conforme sua classifica??o de desempenho. “Temos cobrado incessantemente dos bancos critérios que impe?am as superintendências regionais de terem o controle sobre os comissionamentos e descomissionamentos deste segmento sem a ado??o de parametros claros. Esse modelo tem avan?ado neste sentido, porém, obtivemos a informa??o de que 5% ter?o redu??o de nível, o que consideramos inaceitável. Vamos acompanhar de perto esse modelo que n?o foi negociado com os sindicatos e iremos apurar denuncias de casos em que os trabalhadores sejam prejudicados”, avalia Jeferson Boava, vice-presidente da Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS). Texto disponível no site: www.feeb-spms.org.br Bancários cobram melhorias no combate ao assédio moral, mas Fenaban n?o avan?a 26, julho, 2016 Trabalhadores querem transparência e mais rapidez na apura??o das denúncias Entidades de representa??o dos trabalhadores bancários discutiram com a Fenaban, na última quinta-feira (21 de julho), as melhorias no Instrumento de Combate ao Assédio Moral e a apresenta??o dos dados referentes ao primeiro semestre de 2016, conforme a cláusula 56a da CCT determina. Os dirigentes sindicais têm debatido com a federa??o dos bancos o aprimoramento do instrumento e como torná-lo cada vez mais presente nos locais de trabalho, considerando o seu caráter preventivo e de promo??o da saúde, buscando ambientes de trabalho saudáveis e livres de acidentes e doen?as. Dentre as propostas colocadas na mesa de negocia??o, destacam-se: - Redu??o do prazo de apura??o de denúncias, dos atuais 45 dias, para 30 dias, considerando que há bancos que fazem propagandas aos seus empregados, prometendo resolver os casos de assédio moral com maior brevidade, desde que seja encaminhado por canal interno do banco; - Estratifica??o das denúncias que transitam pelo programa, sobretudo, pelos canais internos dos bancos, considerando que as denúncias encaminhadas pelos sindicatos passam por uma triagem prévia e s?o encaminhadas quando se tem certeza de que o objeto trata de assédio moral nas rela??es de trabalho; - Consequências para o denunciante: na avalia??o semestral do programa existe a apura??o das consequências pela qual sofreu o denunciado. Mas, também é necessário saber se quem denunciou acabou tendo consequências aplicadas pelos bancos. - Modo de apura??o das denúncias: quest?o fundamental para o fortalecimento do instrumento é a transparência, pelos bancos, sobre os métodos que utilizam para apurar denúncias que transitam pelo programa, principalmente quest?es relacionadas ao assédio moral nas rela??es de trabalho. Que critérios de apura??o os bancos adotam quando uma denúncia for considerada procedente ou improcedente? Pergunta que precisa ser respondida. Por sua vez, a Fenaban tem se mostrado resistente diante das propostas apresentadas pela representa??o dos trabalhadores, reclamam os bancários. Os bancos acabam por n?o dar respostas objetivas na mesa de negocia??o, travando qualquer possibilidade de se avan?ar nas quest?es relativas ao assédio moral. Problema importante no sistema financeiro nacional, e que se relaciona com outro grande problema, as metas abusivas, impostas sem diálogo, de cima para baixo, cabendo ao trabalhador cumpri-las a qualquer custo, mesmo quando esse “custo” seja o comprometimento de sua própria saúde, destacam os dirigentes sindicais. “O Instrumento de Combate ao Assédio Moral é um importante recurso para a preserva??o dos trabalhadores, mas precisamos fazê-lo avan?ar e a campanha salarial é o melhor momento para debatermos e progredirmos com este tema”, avalia Olívia Brossi, representante da Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), na mesa de negocia??o. Nova reuni?o referente ao tema está marcada novembro. Fonte: Contraf-CUT – FEEB/SP Confira as principais reivindica??es aprovadas pelos trabalhadores do BB e da CEF 20, junho, 2016 Após três dias de discuss?es, os trabalhadores do Banco do Brasil e da Caixa Econ?mica Federal aprovaram no último domingo (19), as reivindica??es específicas para a Campanha Nacional 2016. O 27o Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil – CNFBB contou com 323 delegados e delegadas (212 homens e 111 mulheres); Já no CONECEF foram 352, 184 homens e 168 mulheres. A Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) participou do congresso do BB com 28 delegados e delegadas: 16 homens e 12 mulheres e no da CEF, com 10 mulheres e 14 homens, totalizando 52 delegados, que defenderam as propostas apresentadas pela entidade, extraídas do encontro interestadual dos dois bancos, realizados dia 21 de maio, em Campinas. “A participa??o da Federa??o foi muito importante, pois ajudamos no processo de constru??o da pauta de reivindica??es nos dois congressos por meio das propostas apresentadas, dos debates realizados e das defesas que os delegados fizeram destas propostas”, disse Jeferson Boava, vice-presidente da FEEB-SP/MS. Boava também reafirmou sua cren?a na mobiliza??o e resistência dos trabalhadores bancários do setor público. “nós já sabemos as dificuldades que vamos enfrentar com essa ‘sopa de PLs’ que querem retirar nossos direitos. Mas, também já mostramos nossa for?a de resistência. Tenho certeza que aqui tra?aremos qual caminho seguiremos para garantir a manuten??o e os avan?os nas conquistas dos direitos dos trabalhadores”, declarou durante seu discurso na abertura conjunta dos congressos. Principais reivindica??es Banco do Brasil Remunera??o e condi??es de trabalho: Aumento real; Plano de Carreira e Remunera??o (PCR), sendo o piso igual ao salário mínimo do Dieese e interstício na tabela de antiguidade de 6%, com mérito maior e para todos; fim do assédio moral e das metas abusivas; e respeito da jornada de trabalho. Cassi: Fortalecer o modelo assistencial de Estratégia de Saúde da Família (ESF);ampliar cobertura do deficit pelo BB; manter princípio de solidariedade; e inclus?o de funcionários oriundos de Bancos incorporados. Previ: Fim da resolu??o 26 (investir superávit em melhorias dos benefícios); fim do voto de Minerva no Conselho Deliberativo; e implanta??o de teto para os benefícios. Economus: Reivindica??o de participa??o na gest?o por meio da diretoria e discuss?o sobre o equacionamento do plano de benefício saldado. Sistema financeiro nacional: Resgate do papel social do BB; mobiliza??o por mudan?as no PL 4918, o chamado Estatuto das Estatais (veja matéria, clique); e regulamenta??o do artigo 192 da Constitui??o Federal, que trata do Sistema Financeiro Nacional. Caixa Federal Principais reivindica??es: Luta em defesa da Caixa 100% pública; mobiliza??o contra o processo de reestrutura??o (iniciado em abril último) e contra o Programa de Gest?o por Desempenho (GDP); e combate ao assédio moral e/ou sexual. A pauta contempla também reivindica??es sobre saúde, Saúde Caixa, Funcef, Prevhab, aposentadoria, seguran?a, contrata??o, Sipon, jornada, isonomia e carreira. Texto disponível no site: www.feeb-spms.org.br RESOLU??ES DOS ENCONTROS DA FEDERA??O S?O PAULO E MATO GROSSO DO SUL – 27o CNFBB – 2016 24, maio, 2016 RESOLU??ES DOS ENCONTROS DA FEDERA??O S?O PAULO E MATO GROSSO DO SUL – 27o CNFBB – 2016 G1- REMUNERA??O E CONDI??ES DE TRABALHO Mais contrata??es. Desenvolver novo critério de dota??o das agências, levando-se em considera??o o combate à intensifica??o do trabalho e atendimento da popula??o. Cumprimento da jornada legal de seis horas para todos, conforme artigo 224 da CLT, sem redu??o de salário. Piso com base no salário mínimo estipulado pelo DIEESE. Progress?o na tabela de antiguidade (A1 – A12) de 6%. A tabela teria o primeiro nível (A1) o piso do DIEESE. Piso para os comissionados, Gerência e demais fun??es. Progress?o horizontal por antiguidade em todos os níveis gerenciais, obedecendo-se os mesmos níveis e interstícios da carreira inicial, devendo incidir sobre as verbas de comiss?o. Mérito para os escriturários. PCR que contemple a todos, com contagem da pontua??o obedecendo aos seguintes critérios: G1- referente aos postos efetivos, caixas executivos e todas as fun??es gratificadas. – pontua a cada 1 ano e meio. G2- referente a todos os funcionários com fun??o de confian?a – pontua a cada 1 ano. Todos os caixas sejam efetivos e tenham VR (valor de referência). Funcionários vítimas de assalto e sequestro e participantes do PAVAS tenham a op??o de retorno ao trabalho na condi??o de excedente em qualquer unidade do Banco, sem prejuízo da fun??o. Comissionamento via concurso interno. Uma vez assumida a comiss?o, os funcionários n?o poder?o ser descomissionados. Fim das metas individualizadas Fim das metas abusivas. Fim da lateralidade e pagamento das substitui??es em todas as dependências do BB; Isonomia para funcionários pós 98 (licen?a prêmio e férias de 35 dias para funcionários com mais de 20 anos). Reconhecimento do tempo de servi?o dos funcionários de bancos incorporados. Valoriza??o do dirigente sindical. Vale cultura para todos. Desvincula??o da verba de progress?o por mérito do VR dos comissionados. Proibi??o da realiza??o de cursos fora do horário de trabalho. Trava da Unibb fora do ponto. G2-CASSI/ SAúDE PúBLICA E SUPLEMENTA??O Valoriza??o e amplia??o do atendimento universal do SUS. Saúde da Família, implementado nas CLINICASSI, deve ser valorizado. Elabora??o de um cadastro de adoecimento do bancário do BB com o respectivo diagnóstico com a finalidade de apresentar as maiores causas de adoecimento na categoria. Responsabiliza??o pelo banco dos custos relativos a tratamentos de adoecidos, em fun??o de afastamento por doen?as do trabalho. Implanta??o pelo Banco de programa pró-ativo composto de equipes multidisciplinares (Assistentes Sociais, Psicólogos, Psiquiatras e outros profissionais da área de saúde) com a finalidade de detectar e intervir nos casos de funcionários com algum distúrbio ou dependência. Valoriza??o dos programas de medicina preventiva da CASSI para todos os funcionários do Banco do Brasil, sem exce??o. Manuten??o do princípio da solidariedade no custeio da Cassi. Pagamento do atual déficit pelo banco e compromisso do banco nos eventuais déficits futuros. O Programa Estratégia de Saúde da Família deve ser aperfei?oado e ampliado uma vez que enfoca a preven??o. Os funcionários oriundos de bancos incorporados dever?o ser assistidos pelo Programa Estratégia de Saúde da Família, assim como pelos demais programas promovidos pela Cassi. Credenciamento de maior número de prestadores, principalmente no interior do país. Entendendo a isonomia de tratamento dado a saúde de todos os funcionários, nos casos em que n?o haja profissional qualificado para atendimento das necessidades dos funcionários, o banco deve reembolsar o custo com locomo??o para outro município com a finalidade de consulta médica. O Plano Odontológico oferecido pelo banco n?o satisfaz a demanda do funcionalismo que necessita de melhor atendimento, além de um plano mais abrangente. A CASSI deve assumir e oferecer um Plano Odontológico para todos os seus funcionários, inclusive aposentados, com a cobertura mais abrangente. Extens?o da CASSI aos funcionários incorporados (Ex-BNC, BESC, BEP), respeitando o que for melhor para todos. Extens?o da rede credenciada dos planos de saúde, a todos os funcionários do Banco. Todas as altera??es nos regulamentos dos planos de associados dever?o ser submetidas à aprova??o de todos os trabalhadores abrangidos. Altera??o do Regulamento de Plano de Associados (RPA) da Cassi, no que se refere a descri??o de associados da CASSI, a fim de que respeite o conceito disposto no Estatuto da CASSI, aprovado pelos funcionários do BB conforme explicitado abaixo: Artigo 6o do Estatuto da Cassi: Art. 6o. S?o associados da CASSI, nos termos e condi??es previstas neste Estatuto e no Regulamento do Plano de Associados: II. os aposentados que recebem benefícios da PREVI e/ou do Banco do Brasil S.A. e/ou da Previdência Oficial, inscritos no Plano de Associados; § 2o – Para os fins do disposto no inciso II, s?o considerados aposentados os empregados aposentados pela Previdência Oficial e os ex-empregados que se desligarem do Banco do Brasil S.A. para recebimento de complemento de aposentadoria, inclusive antecipada, pela PREVI. Regulamento de Plano de Associados CASSI (RPA) que fere o disposto no Estatuto: Art. 3o – Podem participar do Plano de Associados, na condi??o de associado do plano: I – os funcionários do Banco do Brasil S.A. de qualquer categoria; II – os aposentados que recebem benefícios da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – PREVI e/ou do Banco do Brasil S.A. e/ou da Previdência Oficial, conforme defini??o do § 1o; 1o – Para fins do disposto no inciso II do caput deste artigo, s?o considerados aposentados apenas os ex-empregados do Banco do Brasil S.A. que se desligarem para recebimento de complemento de aposentadoria, inclusive antecipada, pela PREVI, a partir do dia imediatamente posterior ao desligamento. G3-ORGANIZA??O DO MOVIMENTO Luta contra o PL 4330/04 (PLC 30/15) Luta contra o PLS 555/2015 (PLC 257/16) Luta contra o PLS 388/2016 Libera??o de todos os dirigentes eleitos. Cumprimento do § 1a. da cláusula 11a da Conven??o Coletiva de Trabalho pelo Banco do Brasil, sem ressalvas no Acordo Aditivo, pagando aos dirigentes sindicais a gratifica??o de fun??o de, no mínimo,55% sobre seu VP. Estabelecer calendário de luta com as principais reivindica??es do funcionalismo. Um delegado sindical por local de trabalho. é fundamental que o delegado sindical seja eleito para representar e organizar o seu próprio local de trabalho. Maior número de libera??es dos delegados sindicais para atividades n?o vinculados a conveniência definida pela chefia. Elabora??o nacional de um cadastro de adoecimento do bancário do BB com o respectivo diagnóstico com a finalidade de apresentar as maiores causas de adoecimento na categoria. Dia de Luta contra: Assédio Moral, Práticas antissindicais, Cassi, etc. Orienta??o das Federa??es para participa??o dos sindicatos no Conselho de Usuários da CASSI. Disponibiliza??o de canal de comunica??o entre os membros do Conselho de Usuários da Cassi, para maior informa??o sobre atua??es e problemas de cada local do país. Maior divulga??o aos funcionários das atribui??es do Conselho de Usuários da Cassi e quem s?o os componentes. Contrata??o com os sindicatos de acordos que alcancem todos os trabalhadores que executem tarefas, ainda que indiretamente, para o Banco do Brasil. Discuss?o sobre novas tecnologias no sistema financeiro. Acesso aos normativos para os dirigentes sindicais cedidos. G4-BANCO DO BRASIL e SFN Banco do Brasil 100% público. Pela regulamenta??o do art. 192 da CF. Conferência Nacional do Sistema Financeiro. Pelo fim das terceiriza??es e do Correspondente Bancário, contra o PLS 30/2015 (PL 4330/04). Ampliar o debate com a sociedade e categoria bancária sobre os Correspondentes Bancários, como forma de envolvimento, para press?o junto ao Legislativo. Atualiza??o da lei no 7.102, que contemple a instala??o de novos dispositivos de seguran?a; entre eles, portas com detector de metais, divisórias entre caixas, vidros blindados nas fachadas, armários para uso de clientes/usuários, e sistema de monitora??o e grava??o eletr?nicas de imagem, em tempo real, através de circuito fechado de televis?o, interligado com uma central de controle fora do local monitorado. Press?o da sociedade organizada pela retomada da queda da taxa de juros. Debate público sobre o papel do Banco do Brasil enquanto agente desenvolvimento e de políticas sociais. G5-PREVI/ PREVIDêNCIA PúBLICA E COMPLEMENTAR Defesa da previdência social e pública, conforme estabelecido na CF. Luta contra o PLS 388/2016 Manuten??o de Planos de Previdência Complementar Fechados para todos seus funcionários, inclusive os de bancos incorporados, sob administra??o da PREVI, com o objetivo de garantir complementa??o de aposentadoria e pens?o por morte e invalidez. Elabora??o de Curso de Previdência Complementar Fechada pelo Banco, a todos seus funcionários, com certifica??o e pontua??o no TAO. Revis?o do critério de pontua??o da PIP, para possibilitar a contribui??o 2b à todos os participantes, com paridade contributiva do patrocinador. Todas as altera??es nos regulamentos dos planos de benefícios dever?o ser submetidas à aprova??o de todos os trabalhadores abrangidos. Fim do VOTO DE MINERVA para garantir o equilíbrio de for?as entre o patrocinador e associados. Fim da CGPC 26. Inclus?o dos funcionários incorporados na Previ. Redu??o da Parcela Previ. Cria??o de novo benefício baseado na PLR com contrapartida do banco. Estabelecer teto de benefício na Previ. Redu??o do prazo de elegibilidade para aposentadoria para 10 anos. Aumento do teto de contribui??o paritária para até 12% para todos os planos. fonte: FEEB SP MS CEF anuncia suspens?o do processo de reestrutura??o 4, maio, 2016 Representantes dos trabalhadores atuar?o para reverter medidas que já foram aplicadas A Caixa Econ?mica Federal (CEF) anunciou na noite desta ter?a-feira (03) que irá suspender o processo de reestrutura??o que vinha sendo realizado desde o dia 10 de mar?o pelo banco. A informa??o é da Federa??o Nacional das Associa??es do Pessoal da Caixa Econ?mica Federal (FENAE). “N?o há cronograma ou defini??es para outras etapas do Caixa + Forte que alcancem centralizadoras e filiais”, garante o e-mail enviado pela institui??o à Coordenadora da Comiss?o Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Matheus. De acordo com a mensagem do banco, a interven??o realizada pela institui??o até o momento teve como prioridade a reestrutura??o da Matriz (já concluída) e também das filiais de Retaguarda, de Pessoas, de Promo??es Comerciais e de Marketing e Comunica??o, ocorridas agora em maio. Ainda conforme o comunicado, 653 empregados foram realocados, entre 09 de mar?o e 15 de abril; Na Matriz, a reorganiza??o resultou na redu??o de 532 postos de trabalho. “A manifesta??o da CEF é o reconhecimento de que a reestrutura??o nos moldes em que foi implementada constitui um equívoco. Insistimos que o trabalhador precisa ser ouvido para que as mudan?as sejam realizadas na dire??o correta”, avalia o representante da Federa??o dos Bancários de S?o Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) na CEE/Caixa, Carlos Augusto Silva (Pipoca), que participa em Brasília do Seminário “A Caixa é do Povo”, realizado nos dias (03) ontem e (04) hoje. A interrup??o do processo de reestrutura??o na CEF representa uma vitória para os trabalhadores, bastante apreensivos com as mudan?as que vinham sendo impostas pela diretoria do banco e pela falta de transparência. O movimento sindical informa que a luta agora é para reverter as medidas que já foram implementadas. Histórico O modelo de reestrutura??o come?ou a ser elaborado no final de novembro de 2015. Em janeiro, questionada pela CEE/Caixa, a Gerência Nacional de Informa??es Corporativas e Negocia??es (GEING) disse n?o haver “informa??o oficial” sobre mudan?as nas Gerências de Filia de Retaguarda de Agência (GIRET). Mas no dia 10 de mar?o, em uma reuni?o curta e sem dar muitos detalhes, a presidente Miriam Belchior anunciou as medidas. Após pedido do Sindicato dos Bancários de Brasília (DF), o Tribunal Regional do Trabalho da 10a Regi?o suspendeu, em caráter liminar, a reestrutura??o no DF. Já a primeira grande mobiliza??o contra o processo ocorreu em 24 de mar?o, com a participa??o de empregados e entidades em todo o Brasil. Outro Dia Nacional de Luta foi realizado em 12 de abril. Dois dias depois, na mesa de negocia??o permanente, os representantes dos trabalhadores criticaram a forma como tudo foi conduzido. Durante esse período, várias outros sindicatos entraram contra a??es na Justi?a contra as medidas. Fonte: Com informa??es da Agência Fenae CEF – VACINA GRIPE 22, abril, 2016 Campanha de Vacina??o contra Gripe 2016 – Autoriza??o para Reembolso Senhores gestores, 1 Conforme informado anteriormente permanecemos com indisponibilidade de vacinas contra gripe no mercado para aquisi??o e realiza??o da Campanha pela CAIXA. 2 Como ainda n?o temos previs?o da disponibiliza??o das vacinas através da rede credenciada, está autorizado o reembolso (Livre Escolha) no valor de até R$75,00 (Setenta e cinco reais) a dose. 3 A CAIXA reembolsará a vacina somente para os grupos a seguir: Todos os empregados, optantes ou n?o do Saúde CAIXA; Aposentados optantes do Saúde CAIXA; Pensionistas inscritos no Saúde CAIXA na modalidade c?njuge/companheiro e maiores de 59 anos; 3.1 Os dependentes de empregados/aposentados N?O ter?o o custeio da vacina pela CAIXA. 4 Para o reembolso, deverá ser encaminhado por malote à GIPES/CP ou digitalizado para o email gipescp11@caixa.gov.br (máximo 2MB de anexos): - Formulário MO21013 (anexo) preenchido e assinado; - Nota fiscal eletr?nica emitida em nome do titular, contendo na descri??o do servi?o prestado a vacina aplicada e nome do paciente que recebeu a dose. N?o será aceito recibo, uma vez que é obrigatória a emiss?o de nota fiscal por pessoa jurídica, salvo casos em que a clínica apresentar documento que comprove a isen??o de nota fiscal. 5.1 A documenta??o deverá ser recebida nesta GIPES/CP impreterivelmente até o dia 20/05/2016 (pedidos recebidos após essa data n?o ser?o aceitos). 5.2 O crédito será feito na conta depósito do titular em até 30 dias do recebimento da documenta??o. 5 Devido a indisponibilidade da vacina n?o temos indica??o de locais que possuam doses disponíveis, devendo ser contatada a clínica de preferência do interessado. 6 Permanecemos a disposi??o para esclarecimentos pela caixa postal gipescp11@caixa.gov.br ou telefone (19) 3727-7550 (op??o 5 – 1), com Fernando, Denise ou Nives. 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